Caricatura a lápis e Photoshop. A maior parte dos traços originais foi mantida na colorização. A caricatura foi uma das expostas no Itajaí Shopping até anteontem, em mostra que deve seguir por outras cidades. Por enquanto, vou postar aqui no blog alguns desses trabalhos. Este foi feito em janeiro.
– Show! – foi o que disse William Bonner. A considerar o volume de mensagens que ele recebe, o fato de ter parado pra ver a caricatura que fiz dele e respondido à mensagem, dia 21, pra mim foi uma surpresa.
O colunista Cristiano Santos, do Jornal de Santa Catarina, me procurou pra divulgar a informação. O recorte acima é da edição de 23 de fevereiro e também pode ser lido aqui.
Obrigado ao Cristiano e ao leitor do blog Fillipi Pamplona, que ali no post anterior sugeriu que eu “tuitasse” o vídeo com o passo a passo da caricatura!
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Itajaí foi a cidade onde vivi quase todos os momentos dos meus primeiros 22 anos, por isso a alegria e a dedicação pra apresentar bons trabalhos vêm com toda força agora. No Itajaí Shopping, de 15 de fevereiro a 3 de março, estarão minhas caricaturas mais recentes, pra visitação aberta ao público, com a vantagem de você poder passar lá à noite e aos fins de semana.
Agradeço a atenção da equipe do shopping, que me abriu as portas pra essa exposição que vem sendo a prioridade no meu trabalho nos últimos meses.
Quem quiser divulgar, por favor, clique ali no cartaz e espalhe aos amigos! Vamos nos permitir esse olhar cômico sobre figuras famosas e viajar pelas formas distorcidas da arte da caricatura!
A atriz francesa Audrey Tautou no rascunho. Logo logo a trabalho no computador. Não esta semana. Passei pela foto dela ontem e não resisti em caricaturá-la.
Verbo estranho, né? Tem gente que diz que é “caricaturizar” o correto, mas o Pai Aurélio disse pra eu escrever assim. Respeito. Respeito-o até na palavra “esquete”. Já disse aqui que não gosto de resumir meu trabalho ao espirro “sketch”. Tentativas de agringalhar (tchau, Aurélio) meu vocabulário técnico-ilustrístico (até nunca mais) são aceitas nos comentários.
Fotos da exposição de caricaturas minhas no Butiquin Wollstein, sábado, com show de Terra Brasilis. Na terceira foto, Monalisa Budel, Clóvis Truppel, Paola Zircke e Felipe Lobe. Na primeira foto da fila de baixo o guitarrista Jackson e na foto ao lado Raul Misturada no vocal, com a caricatura que fiz dele ao fundo. Foi minha primeira exposição no Butiquin, antro dos artistas de Blumenau e região. Quem gosta de boa música e gente inteligente tem que conhecer! Muito bom trocar ideias com todos que estiveram lá! Até a próxima!
Há poucos vídeos de referência sobre caricaturas na internet. Dos nacionais, todos os que eu tinha visto no YouTube abordavam o assunto superficialmente, restritos às cenas do riso e não a todo o trabalho que o antecede. O primeiro vídeo da era “Além-Riso” foi postado em julho e documenta o trabalho do maior caricaturista brasileiro, Baptistão. A produtora é a Cavalo Marinho. Indico pra quem quiser conhecer melhor a profissão de caricaturista.
O mais famoso dentre meus caricaturados na era digital. Como os leitores do blog já sabem, desde março desenvolvo a técnica de caricatura digital com trabalhos por encomenda. Essa caricatura foi pra divulgar esse trabalho e foi exposta no Nosso Inverno, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. A foto da exposição está no post abaixo, em que conto como foi o evento.
Enquanto retomo atividades que deixei pra trás em nome do Nosso Inverno, finalmente parei pra registrar algumas impressões sobre o evento por aqui.
Sucesso de público, o evento multicultural encheu as salas do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau – SC, durante 24 horas seguidas, a partir das 16h30 do dia 1º, sábado. As peças tiveram bom público. A maioria lotou, inclusive o espetáculo Sujos, apresentado às 6h do domingo.
Aliás, naquela mesma hora, ainda tinha cerca de 50 pessoas assistindo aos shows de Terra Brasilis e Salve Salve no Grande Auditório.
O povo viu o sol raiar no Carlos Gomes e seguiu no Salão Centenário. O bom-dia foi ao som brasileiro da banda Malungo e, em seguida, as baladas roqueiras do Schleppen acompanharam quem tomava o café da manhã e juntava forças pra seguir até o fim do dia com a programação do evento.
Casa de Orates, um dos pontos altos da noite
Tudo isso organizado pelos próprios artistas, numa virada cultural independente, com apoio de entidades locais apenas pra ceder estruturas de som, luz e equipamentos. A organização ficou por conta de uma comissão da qual fiz parte, e de lideranças que se formaram no decorrer do processo, entre o grande grupo de 200 artistas.
– Acho que deu umas cinco mil pessoas, né? – perguntei ao funcionário do teatro que passou mais tempo conosco.
– Deu mais, com certeza – ele respondeu.
Na madrugada, pico de público, mais de mil pessoas prestigiaram o rock e o blues no Salão Centenário, e ainda assim as outras salas e a praça do teatro continuavam com bom movimento.
Levei trabalhos para interferir com os espaços. Na entrada, uma caricatura de Selton Mello com uma camisa do evento recepcionava os visitantes. Embaixo das mesas, ilustrações de mulheres ousadas e sensuais.
Uma dessas damas de papel me pediu pra ser colocada nos mictórios do banheiro masculino.
Todas as peças eram cópias. Como a entrada era gratuita e havia muito movimento, preferi incentivar o “roubo” – na verdade, uma apropriação – das obras. Funcionou.
As duas moças aí embaixo levaram uma sambista e uma dançarina de salsa que tiraram debaixo das mesas ali pelas 2h. As duas meninas indiscretas que pendurei nos mictórios não estavam mais lá no final da noite. Sinal que alguém gostou.
Ladras das cópias flagradas no ato da interação: “a gente pegou pra botar em casa”
Fica aqui meu agradecimento a todos que contribuíram, em especial a verdadeiros anjos que suaram a camisa pra ajudar na organização geral: Monalisa Budel, Clóvis Truppel, Rafaela Kinas, Clara Mendes, Rodrigo Dal Molin, Anderson Engels, Léo Maier, Pochyua Andrade, Rafael Koehler, Denisse Lopes e Giovanni Ramos.
Amanhã escrevo mais sobre as emoções desse evento inédito.