Costa de Souza

Caricatura | Ilustração


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Caricatura: Elza Soares

Caricatura de Elza Soares. Cantora que admiro por toda a sua trajetória, sua expressividade, sua força como ícone social, e o grandioso espetáculo que proporciona com sua voz inigualável.

Arte inspirada na nova fase da artista, que está em turnê com o show “A Mulher do Fim do Mundo”.

Trabalho de pintura digital desenvolvido como projeto pessoal.


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Caricatura de casal dançando samba

caricatura casal samba dança

Caricatura de casal para quadro em festa de aniversário. Semana passada mostrei aqui outros trabalhos feitos pra essa mesma festa.

Essa imagem foi encomendada pela esposa para presentear o aniversariante. Opção Colorida, sem adicionais.


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Mick Jagger

caricatura mick jagger rolling stones

Caricatura de Mick Jagger, dos Rolling Stones. Projeto autoral em comemoração à passagem da banda pelo Brasil na Olé Tour. Técnica digital.

Para uso editorial, publicitário ou personalização de produtos com esta arte, entre em contato: costadesenho@gmail.com


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Caricatura em roda de choro com Jacob do Bandolim

caricatura samba jacob bandolim barNesta caricatura, a cliente pediu para o seu namorado (à esquerda) estar recebendo um bandolim entregue pelo ídolo Jacob do Bandolim, em meio a uma roda de choro.  O homenageado tem ótimas referências culturais. No ano passado ele já tinha sido presenteado com esta caricatura inspirada na boemia parisiense.


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Caetano Veloso

“Se você tem uma ideia incrível é melhor fazer uma canção / Está provado que só é possível filosofar em alemão”. Caetano – “Língua” (1984).

O livro “Verdade Tropical”, uma autobiografia recheada de fatos históricos do Brasil e especialmente da Tropicália, traz muito mais sobre o pensamento acima, deste artista formado em Filosofia.

Caricatura autoral feita em 2010 com lápis de cor em papel. Tamanho 30 x 42 cm.

Além da música, Caetano também é habilidoso no desenho. Um dos seus trabalhos mais conhecidos nessa área foi a  capa do disco Jóia, com seu autorretrato incluso.


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Temporada das artes em Itajaí

Duas semanas de arte sem parar em Itajaí. Programe-se aqui pro 3º Itajaí em Cartaz, que começa sábado no Teatro Municipal e em espaços alternativos. É uma mostra com as produções dos grupos de teatro da cidade de maior representatividade no último festival catarinense e de grande tradição nas artes cênicas do estado.

E foram definidas hoje as atrações pro 12º Festival de Música, que deveria acontecer em setembro e foi adiado por dificuldade na captação de verbas. Começa dia 1º. Pra quem já foi, sabe que lá não há espaço pra agradar a todos os ouvidos, mas sim deleitar os bons.  Por isso a cidade se enche de amantes da música durante o evento.

Os shows, no Teatro Municipal:

Dia 01 DOM | 21h – Badi Assad (vídeo acima)
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 03 TER | 21h – Trio 202
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 04 QUA | 21h – Duo Buxixo
Evento gratuito

Dia 05 QUI | 21h – Mawaca
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 06 SEX | 21h – Monica Salmaso
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 07 SÁB | 21h – Toquinho
Ingressos: R$ 50 / meia: R$ 25


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Exposição no bar KGB

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Sexta-feira expus no Bar KGB, em Blumenau, com show de Raul Misturada, Malungo e Terra Brasilis. Levei um painel de 2,10 x 1,60 m, além das obras feitas pro álbum e outras do meu acervo. Cerca de 100 pessoas apareceram por lá. Gente interessada na arte, na amizade, na dança e nas boas conversas.

“Todo artista tem de ir onde o povo está”, por isso fico feliz em participar dessas interações com música em bar. Dificilmente em uma noite de exposição num museu e sem música tantas pessoas veriam minhas obras, e a relação também seria diferente. A imagem proporciona leitura muito rápida. Quando não se é um profissional da área é estranho sair de casa e ir a até uma sala quieta e sem gente só pra olhar pra quadros na parede.

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Foi muito bom conversar e me divertir com essa galera, e permitir que eles dançassem e se divertissem entre as obras.

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Muito há ainda pra se construir nessa relação. Tenho muito a aprender com as intervenções em bares, que têm uma característica de pouca iluminação, decoração baseada no acervo de artes visuais do dono do bar e arquitetura pensada na valorização do espaço da banda.

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O sucesso do Nosso Inverno

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Enquanto retomo atividades que deixei pra trás em nome do Nosso Inverno, finalmente parei pra registrar algumas impressões sobre o evento por aqui.
Sucesso de público, o evento multicultural encheu as salas do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau – SC, durante 24 horas seguidas, a partir das 16h30 do dia 1º, sábado. As peças tiveram bom público. A maioria lotou, inclusive o espetáculo Sujos, apresentado às 6h do domingo.
Aliás, naquela mesma hora, ainda tinha cerca de 50 pessoas assistindo aos shows de Terra Brasilis e Salve Salve no Grande Auditório.
O povo viu o sol raiar no Carlos Gomes e seguiu no Salão Centenário. O bom-dia foi ao som brasileiro da banda Malungo e, em seguida, as baladas roqueiras do Schleppen acompanharam quem tomava o café da manhã e juntava forças pra seguir até o fim do dia com a programação do evento.

Casa de Orates

Casa de Orates, um dos pontos altos da noite

Tudo isso organizado pelos próprios artistas, numa virada cultural independente, com apoio de entidades locais apenas pra ceder estruturas de som, luz e equipamentos. A organização ficou por conta de uma comissão da qual fiz parte, e de lideranças que se formaram no decorrer do processo, entre o grande grupo de 200 artistas.
– Acho que deu umas cinco mil pessoas, né? – perguntei ao funcionário do teatro que passou mais tempo conosco.
– Deu mais, com certeza – ele respondeu.
Na madrugada, pico de público, mais de mil pessoas prestigiaram o rock e o blues no Salão Centenário, e ainda assim as outras salas e a praça do teatro continuavam com bom movimento.

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Levei trabalhos para interferir com os espaços. Na entrada, uma caricatura de Selton Mello com uma camisa do evento recepcionava os visitantes. Embaixo das mesas, ilustrações de mulheres ousadas e sensuais.

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Uma dessas damas de papel me pediu pra ser colocada nos mictórios do banheiro masculino.
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Todas as peças eram cópias. Como a entrada era gratuita e havia muito movimento, preferi incentivar o “roubo” – na verdade, uma apropriação – das obras. Funcionou.
As duas moças aí embaixo levaram uma sambista e uma dançarina de salsa que tiraram debaixo das mesas ali pelas 2h. As duas meninas indiscretas que pendurei nos mictórios não estavam mais lá no final da noite. Sinal que alguém gostou.
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Ladras das cópias flagradas no ato da interação: “a gente pegou pra botar em casa”

Fica aqui meu agradecimento a todos que contribuíram, em especial a verdadeiros anjos que suaram a camisa pra ajudar na organização geral: Monalisa Budel, Clóvis Truppel, Rafaela Kinas, Clara Mendes, Rodrigo Dal Molin, Anderson Engels, Léo Maier, Pochyua Andrade, Rafael Koehler, Denisse Lopes e Giovanni Ramos.

Amanhã escrevo mais sobre as emoções desse evento inédito.


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Gil de volta

Gilberto Gil está de volta à ativa. Hoje, ele anunciou que vai se dedicar novamente à carreira artística depois de mais de cinco anos como representante no governo federal. No lugar dele no Ministério da Cultura assume Juca Ferreira, sociólogo de formação.

Não é só o Gil que fica melhor na arte que no Palácio do Planalto. Lugar de artista não é na agência reguladora dos recursos, mas na linha de frente! Deixa o resto pra quem não tem capacidade de contribuir com a sociedade tanto quanto um artista.

Vai uma caricatura feita na hora pro Gil então, pela sábia decisão, e os votos de sucesso no retorno à música!