Costa de Souza

Caricatura | Ilustração


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Esquete: Audrey Tautou

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A atriz francesa Audrey Tautou no rascunho. Logo logo a trabalho no computador. Não esta semana. Passei pela foto dela ontem e não resisti em caricaturá-la.

Verbo estranho, né? Tem gente que diz que é “caricaturizar” o correto, mas o Pai Aurélio disse pra eu escrever assim. Respeito. Respeito-o até na palavra “esquete”. Já disse aqui que não gosto de resumir meu trabalho ao espirro “sketch”.  Tentativas de agringalhar (tchau, Aurélio) meu vocabulário técnico-ilustrístico (até nunca mais) são aceitas nos comentários.


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Selton Mello

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O mais famoso dentre meus caricaturados na era digital. Como os leitores do blog já sabem, desde março desenvolvo a técnica de caricatura digital com trabalhos por encomenda. Essa caricatura foi pra divulgar esse trabalho e foi exposta no Nosso Inverno, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. A foto da exposição está no post abaixo, em que conto como foi o evento.


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Abriu a expo “Seres de todo mundo”

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Foto tirada na abertura da Mostra Pretexto, quarta-feira. Um bom pretexto pra comentar o trabalho que levei pra lá, a obra “Seres de todo mundo”.  Um menino loiro e de olhos azuis, como em grande parte das caricaturas que faço por encomenda, brinca com uma menina de pele parda e olhos puxados.  Ele pode vesti-la, pode se sentir no lugar dela, pode mexer nela e pode contemplá-la. A proposta é possibilitar um momento lúdico ao mesmo tempo em que se questiona o uso das “máscaras” (como metáfora)  no convívio social e também a distinção de etnias na cultura local, já que os rostos expostos são pessoas de diversas partes do planeta.

Crianças e adultos se divertiram e tiraram fotos durante a abertura daexposição na sala em que foi colocada minha obra. Foi bem na entrada da casa, que tem arquitetura antiga e fica na Rua Getúlio Vargas, nos fundos do Sesc do centro de Blumenau. A mostra segue até 15 de agosto pra visitação em horário comercial.

Na seção “Seres de todo mundo” do blog você pode aparecer (ou se esconder) enviando fotos suas tiradas na exposição. Mande para arte@costadessouza.com.

Na Mostra Pretexto você também vai se surpreender com os trabalhos dos outros artistas participantes. E, porque uma amiga perguntou e achei curioso, os artistas não ficam lá, só as obras.

abraços!


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Clodovil

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Aí está uma caricatura desse moço de mais de 70 anos, Clodovil Hernandes, no momento de desgraça, aquela hora em que os jornalistas ficam loucos pra que os médicos digam alguma coisa e quem nunca ouviu falar na figura descobre que ele foi muito importante para o povo brasileiro.

Em estado de saúde lamentável, vendo Papai do Céu de perto, Clodovil torce pra que o organismo, os aparelhos e os médicos se entendam e ele possa voltar a fazer o que mais gosta (seja lá o que for).  A cobertura completa sobre a doença do nosso caricaturado você não precisa procurar. Daqui a pouco ela vai ser jogada no seu ouvido (ou nos olhos) por aí.


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Ela tá como sempre

Sei que os homens delas vão ser grandes, companheiros
E outros homens menores passarão a ser pra acompanhá-los
Mas ela tá como sempre
Sempre como ela
Ela vem na mesma rua
Nua e bela
E me aquarela

Sei que os homens vão ser novos e eu, primeiro, nunca o próximo
As velhas são as outras, não mais essas porque eu te amei quando criança
Nunca o próximo. O mesmo. Sempre como ela.

“Bom te ver, saudade”, apela. Eu não sou mais com saudade, sou só eu aqui com ela
Acompanhada

Nada, não foi a gente, era só brincadeira quando o rosto era também um bocejo.
Agora dorme. Fizeste muito. Tens companhia. “Saudade”.

Está no meu saite, canta na naite, professora, artista, toda ela sempre a insana da família
A filha errada, a foto nossa não vem na mão porque a gente não tinha
Responsabilidade

A gente tem idade pra ser mãe. Agora vai mulher e quero ver como venho.
Tenho corpo pra ser eu e tu tens outros, um preso e um solto, um riso velho e um rosto.
A gente não tirou a foto pra comparar. A gente não para. Mas debaixo do violão, do cálice, da casa, resta a areia de sempre, a mesma rua, a gente se encontra de velho, se posa de novo, eu te acho como sempre e te perco como nunca.


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Michael Phelps (Beijinhos 2008)

O cara que ganhou mais medalhas no Cubo D’Água, Michael Phelps, encerra a série Beijinhos 2008 do blog. Caricaturas-posfácio e textos-posdifícil sobre as olimpíadas podem aparecer ainda, calma. Se tiver alguma sugestão, faça como unidades de pessoas de todo o planeta: comente no Texto Decorado!

Essa série só foi possível com o apoio da equipe da Noc Noc Pautas Haus, casa onde moro em Blumenau. Minha gratidão a:

Thiago Floriano – Informações olímpicas e análises geométricas

Oliveira Júnior – Informações olímpicas e cálculo de nível de risadas

Escusem-me, vou aproveitar a popularidade do Phelps pra conseguir também alguns acessos internacionais:

Caricature of Michael Phelps, winner of four gold medals until today on the Olympic Games. This artwork is part of a serie untitled “Beijinhos 2008”, something like “Kisses 2008” in Portuguese, a joke about the name of the Chinese capital. Take a look at the other works below.

All of those are made with nankin by CostadeSSouza – costadessouza@yahoo.com.br