Costa de Souza

Caricatura | Ilustração


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Entrevista para site da WK Sistemas

Com a proximidade da Convenção de Vendas da WK Sistemas, de Blumenau, fui entrevistado para o site da empresa sobre o meu trabalho de caricatura ao vivo que desempanharei no evento.

LEIA AQUI

Agradeço à equipe de Marketing da empresa pelo espaço para contar um pouco dessa arte.


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Caricaturas para casamento em preto e branco

Caricaturas em preto e branco feitas em grafite e enviadas como arquivo digital em alta resolução. Os exemplos acima foram feitos para celebrar dois casamentos deste ano, de clientes de Blumenau e Itajaí.


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Esquetes de praia

Esquetes de ontem de manhã, com caneta Tombow. Os desenhos que mais me agradaram entre os que fiz dias 2 e 3 em praias.

Na praia as mudanças de postura são menos bruscas e as pessoas se deslocam menos que na rua ou no parque. Fica mais fácil pra compor o desenho.

Eu não falava nada com as pessoas, mas algumas notaram que eram desenhadas, porque o comum é olhar diretamente pra alguém que o acompanha ou pro horizonte. Eu quebrava a regra. Uma mulher colocava a mão discretamente em frente às partes mais vergonhosas e teve até uma que o acompanhante encobriu, colocando a cadeira dele virada de lado para o mar, entre mim e a moça. A praia e suas figuras diversas!


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Chegou o álbum Raul Misturada

Capa, contracapa do encarte, fundo da capa e estampa do CD: chegou ontem da gravadora o álbum do Raul Misturada. Todo o visual é meu.

Em breve nas melhores lojas de Blumenau e região. Por enquanto quem quiser pode comprar comigo: arte@costadessouza.com a R$20,00 (frete à parte para quem estiver fora de Blumenau).

O trabalho do Raul pode ser conferido no Myspace.

Foi um trabalho muito gostoso de fazer por envolver o folclore brasileiro e elementos de umbanda. Também gostei de trabalhar sob a direção de arte do Raul, que ao mesmo tempo sugeriu o enredo e deixou espaço pra minha criação. Arte movida a arte dá uma explosão das boas!


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Morena Frajola

Morena Frajola – Aquarela sobre papel – 30 x 42 cm – novembro de 2009

Este é um estudo de cores em que voltei à técnica do lápis aquarelável, que usava muito há uns dois anos. Aqui não usei pigmento preto nem cinza, pra poder entender melhor como cada cor representa a luz ou a sombra. Uma sensação próxima ao cinza é a das listras da blusa, mas que é composta por pigmentos marrom e azul. Já nos óculos a mistura é grande.

É muito bom variar entre o digital e as tintas ou lápis e perceber como um ajuda o outro. A composição de cores no Photoshop, mais prática, dá um domínio maior pra usar as mídias tradicionais.

Fica o ar de verão, pra marcar o dia quente de hoje, com essa imagem dominada pelo amarelo.

Quem quiser relembrar o clima de outono que criei numa aquarela de 2008 (nada de “ano passado”, 2008 tá velho demais já) aqui está.


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Temporada das artes em Itajaí

Duas semanas de arte sem parar em Itajaí. Programe-se aqui pro 3º Itajaí em Cartaz, que começa sábado no Teatro Municipal e em espaços alternativos. É uma mostra com as produções dos grupos de teatro da cidade de maior representatividade no último festival catarinense e de grande tradição nas artes cênicas do estado.

E foram definidas hoje as atrações pro 12º Festival de Música, que deveria acontecer em setembro e foi adiado por dificuldade na captação de verbas. Começa dia 1º. Pra quem já foi, sabe que lá não há espaço pra agradar a todos os ouvidos, mas sim deleitar os bons.  Por isso a cidade se enche de amantes da música durante o evento.

Os shows, no Teatro Municipal:

Dia 01 DOM | 21h – Badi Assad (vídeo acima)
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 03 TER | 21h – Trio 202
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 04 QUA | 21h – Duo Buxixo
Evento gratuito

Dia 05 QUI | 21h – Mawaca
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 06 SEX | 21h – Monica Salmaso
Ingressos: R$ 30 / meia: R$ 15

Dia 07 SÁB | 21h – Toquinho
Ingressos: R$ 50 / meia: R$ 25


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Esquete: Audrey Tautou

tatou foto

A atriz francesa Audrey Tautou no rascunho. Logo logo a trabalho no computador. Não esta semana. Passei pela foto dela ontem e não resisti em caricaturá-la.

Verbo estranho, né? Tem gente que diz que é “caricaturizar” o correto, mas o Pai Aurélio disse pra eu escrever assim. Respeito. Respeito-o até na palavra “esquete”. Já disse aqui que não gosto de resumir meu trabalho ao espirro “sketch”.  Tentativas de agringalhar (tchau, Aurélio) meu vocabulário técnico-ilustrístico (até nunca mais) são aceitas nos comentários.


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Ana Russi tira de letra o Nosso Inverno

Letra feita pela artista Ana Russi especialmente para a música de encerramento do show da banda Ozuê no Nosso Inverno, dia 2, em Blumenau:

“Eu tenho a piração da Blumenalva
Na minha cabeça calva
Eu tenho a Nau em Blu escorregando no meu sangue
nobre de um vira-lata do teatro local

Enquanto o rock entra num ouvido
Do outro sai uma capivara
Carregando uma alfaia
E um pincel de muitas cores que desenha
A verdade em minha cara

Abram as cortinas que eu vou apresentar os meus amigos
Nossa vida é a arte
Nossa tela é a cidade
E o nosso palco pode ser aqui no chão

Mas isso não é suficiente
Para nós, a arte deve ser total, onipresente
Do outdoor à camiseta, no carro do camarada
Até no papel do pão”

A letra, cantada pela própria Ana, saiu entrecortada por agradecimentos e elogios aos artistas do festival.


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O sucesso do Nosso Inverno – parte 2

A semana vai embora e os ecos de 24 horas de arte ainda deixam mais bonita a vida de quem esteve no Teatro Carlos Gomes nos dias 1 e 2 de agosto, no Festival Nosso Inverno.

A grande contribuição do evento pra arte de Blumenau foi a união dos artistas. Dela surgem novas ideias e projetos, como reforçou a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Noemi Kellermann, na abertura.

Gosto de todas as formas de arte, principalmente da arte poliforme. Assim foi o festival que trouxe obras de literatura e visuais unidas, de literatura e cênicas, vídeo e música, e outras memoráveis parcerias.

A mistura, junto com o apoio do público, foi vital pra que esse grande grupo de artistas siga com propostas cada vez melhores na cidade. Agora o caminho é buscar parcerias com outras instituições e encaixar a arte onde ela merece: no planejamento do município e da vida de cada cidadão. Assim, com certeza, teremos outros grandes eventos, ou outras edições do Nosso Inverno.

O nome e a proposta têm potencial turístico. Blumenau é mais atraente no inverno. A arte aparece, após o sucesso de público e de segurança do Nosso Inverno – nenhuma briga nem depredação de patrimônio – como uma alternativa econômica em benefício dos artistas e do público. A cidade tem a faca e o queijo nas mãos.

Bastidores

Aprendi muito com o evento, principalmente sobre produção cultural. Trabalhei na Comissão Organizadora ao lado de quem entende do assunto dos bastidores. Descobri que um espetáculo vai para além dos palcos e até das coxias. Vai para os corredores, onde me movimentei por 36 horas, com pausa de uma hora e meia pra dormir, entre o sábado e o domingo passado. Um sufoco que, com certeza, valeu a pena. No final, ainda disse a uma amiga: “amanhã tem mais”. Que esse amanhã chegue logo! Mas, por enquanto, ficamos com a lembrança desse tango:

O Festival Nosso Inverno teve também na Comissão Organizadora Clara Mendes, Clóvis Truppel, Monalisa Budel e Rafaela Kinas. Foi muito produtivo e divertido trabalhar com esse conjunto!


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Selton Mello

Selton Mello 500

O mais famoso dentre meus caricaturados na era digital. Como os leitores do blog já sabem, desde março desenvolvo a técnica de caricatura digital com trabalhos por encomenda. Essa caricatura foi pra divulgar esse trabalho e foi exposta no Nosso Inverno, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. A foto da exposição está no post abaixo, em que conto como foi o evento.


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O sucesso do Nosso Inverno

sucesso

Enquanto retomo atividades que deixei pra trás em nome do Nosso Inverno, finalmente parei pra registrar algumas impressões sobre o evento por aqui.
Sucesso de público, o evento multicultural encheu as salas do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau – SC, durante 24 horas seguidas, a partir das 16h30 do dia 1º, sábado. As peças tiveram bom público. A maioria lotou, inclusive o espetáculo Sujos, apresentado às 6h do domingo.
Aliás, naquela mesma hora, ainda tinha cerca de 50 pessoas assistindo aos shows de Terra Brasilis e Salve Salve no Grande Auditório.
O povo viu o sol raiar no Carlos Gomes e seguiu no Salão Centenário. O bom-dia foi ao som brasileiro da banda Malungo e, em seguida, as baladas roqueiras do Schleppen acompanharam quem tomava o café da manhã e juntava forças pra seguir até o fim do dia com a programação do evento.

Casa de Orates

Casa de Orates, um dos pontos altos da noite

Tudo isso organizado pelos próprios artistas, numa virada cultural independente, com apoio de entidades locais apenas pra ceder estruturas de som, luz e equipamentos. A organização ficou por conta de uma comissão da qual fiz parte, e de lideranças que se formaram no decorrer do processo, entre o grande grupo de 200 artistas.
– Acho que deu umas cinco mil pessoas, né? – perguntei ao funcionário do teatro que passou mais tempo conosco.
– Deu mais, com certeza – ele respondeu.
Na madrugada, pico de público, mais de mil pessoas prestigiaram o rock e o blues no Salão Centenário, e ainda assim as outras salas e a praça do teatro continuavam com bom movimento.

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Levei trabalhos para interferir com os espaços. Na entrada, uma caricatura de Selton Mello com uma camisa do evento recepcionava os visitantes. Embaixo das mesas, ilustrações de mulheres ousadas e sensuais.

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Uma dessas damas de papel me pediu pra ser colocada nos mictórios do banheiro masculino.
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Todas as peças eram cópias. Como a entrada era gratuita e havia muito movimento, preferi incentivar o “roubo” – na verdade, uma apropriação – das obras. Funcionou.
As duas moças aí embaixo levaram uma sambista e uma dançarina de salsa que tiraram debaixo das mesas ali pelas 2h. As duas meninas indiscretas que pendurei nos mictórios não estavam mais lá no final da noite. Sinal que alguém gostou.
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Ladras das cópias flagradas no ato da interação: “a gente pegou pra botar em casa”

Fica aqui meu agradecimento a todos que contribuíram, em especial a verdadeiros anjos que suaram a camisa pra ajudar na organização geral: Monalisa Budel, Clóvis Truppel, Rafaela Kinas, Clara Mendes, Rodrigo Dal Molin, Anderson Engels, Léo Maier, Pochyua Andrade, Rafael Koehler, Denisse Lopes e Giovanni Ramos.

Amanhã escrevo mais sobre as emoções desse evento inédito.


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Programação do Nosso Inverno

E eis que surge a programação do evento mais artístico, simpático e bonito dos confins do Válido Itajaí neste século, o Nosso Inverno. Aparece. Eu já disse hoje que é de graça? Pois é. Te mexe!

SÁBADO a DOMINGO – 01 e 02 de Agosto

16h30 – Abertura – Praça

17h – Show com Pochyua e Cambaçu – Grande Auditório
– Abertas as exposições de Artes Visuais – Salão Centenário e corredores e de Literatura – Salão de Festas
– Exibição de vídeos – Salão de Festas

18h30 – Peça “Fãs”, do grupo Fãs – Pequeno Auditório
– Show com Travesseiro Polar – Salão Centenário

19h30 – Intervenções literárias: “Microcontos”, de Terezinha Manczak e Paulo; poema de Ricardo Brandes e Danielle da Gama; “Retrato da Nudez Eólica”, de Cláudia Iara Vetter – Salão de Festas

20h – Show com Casa de Orates; abertura com Charles Vendrami – Grande Auditório
– Apresentação do grupo Pró-Dança do Teatro Carlos Gomes – Salão de Festas

21h30 – Intervenção literária de Maria de Fátima e Jairo Martins – Salão Centenário

22h – Show com Alegria do Choro e apresentação da Cuerpo Libre Cia de Dança – Salão Centenário
– Peça “Zé do Mato e os Índios Botocudos”, do Grupo K – Sala B

23h30 – Show musical e visual “Transplanos”, do Opióptico – Praça
– Intervenção literária “Colchão Erótico para uma cidade sem tesão”, de Rosane Magaly Martins e Fátima Venutti – Salão de Festas

0h – Peça “Volúpia”, da Cia Carona – Pequeno Auditório

0h30 – Intervenção literária “Lama Seca”, de Fátima Venutti – corredores

1h – Show com Revolver – Salão Centenário

Peça “O monstro de Nutestein”, do grupo AmaDores – Praça

1h15min – Abertura do “Botequim Literário” – Salão de Festas

2h – Show com Delones Blues – Salão Centenário
– Peça “Amálgama”, do grupo P.A. – Sala B

3h30 – Show com Daian Schmitt e Os Comparsas do Rock – Salão Centenário
– Peça “Navalha na Carne”, do grupo “Víscera” – Pequeno Auditório

5h – Show com Salve Salve; abertura com Terra Brasilis – Grande Auditório
– Peça ParalELAS, do grupo SinoS – Sala B

6h – Peça “Sujos”, do Grupo K – Pequeno Auditório

– Show com Chuck Violence – Salão Centenário
– Intervenção literária “Colchão Erótico para uma cidade sem tesão”, de Rosane Magaly Martins e Fátima Venutti – corredores

7h – Oficina de palhaço e malabares – Salão de Festas

8h – Show com Malungo – Salão Centenário

8h30 – Peça “B-612”, do grupo Ganju – Sala B

9h – Apresentação de palhaço com James Beck – Praça

10h – Peça “Andar sem parar de transformar”, do grupo Elementos em Cena – Pequeno Auditório
– Show com Schleppen – Salão Centenário

11h30 – Intervenção literária “Encontro Marcado” e “A paz de nossos dias”, com Fabiana e Cassiane
– Peça “A leste do sol e a oeste da lua”, do grupo Elementos em Cena – Praça

12h – Show com Confraria do Samba – Salão Centenário

13h30 – Show com Torta Flamejante – Salão Centenário
– Intervenção literária “Lama Seca”, de Fátima Venutti – Praça

14h – Mesa-redonda “Literatura e internet”, com equipe do Duelo de Escritores – Salão de Festas

14h30 – Peça “Preciosas Ridículas”, do grupo AmaDores de Teatro – Praça

15h– Show com Ozuê; abertura com Max Bularque – Grande Auditório
– Peça “A Serpente”, do grupo de teatro da Furb – Pequeno Auditório

15h30min – Apresentação do grupo Pró-Dança do Teatro Carlos Gomes – Salão de Festas

16h – Mesa-redonda sobre teatro – Salão de Festas

16h30min – Show com Tribus da Lua – Salão Centenário