Costa de Souza

Caricatura | Ilustração


Deixe um comentário

Pretexto 2009 no Sesc

Pretexto-2009-convite

Olá, pessoal!

Convido todos a não só espiarem, mas tocarem e tirarem proveito das obras que estão na Pretexto, na Casa Sesc, centro de Blumenau. Amanhã (ou hoje, quarta) tem a abertura, às 20h, e as obras seguem em exposição até dia 15 de agosto.

Estu muito contente de ter conseguido desenvolver um trabalho que foi aceito pela curadoria de Letícia Cardoso, e por poder, hoje e amanhã, trabalhar em conjunto com outros artistas e admirar os trabalhos deles em primeira mão.

Meu trabalho trata dos seres do mundo todo, e pode trazer reflexão ou brincadeira. Mas isso é assunto pra outro post, pra outro dia.

Boa noite!


1 comentário

Pretexto com nova arte de Blumenau

De 15 de julho a 15 de agosto fica aberta, na Casa Sesc de Blumenau, a mostra Pretexto de Artes Visuais. Estarei lá.

divulga Pakua

detalhe de obra

Eu e os seres de todo mundo, mais os novos artistas blumenauenses Bruno Bachmann e Gláucia Maindra, entre outros.

Desafiado pela curadora Letícia Cardoso, preparo uma exposição contemporânea. Interação com o público e inovação no formato são características marcantes dessa proposta, e a Pretexto é só arte contemporânea. Pra mim, um trabalho de pesquisa que está também gerando frutos pra minha produção no Nosso Inverno.

Simbora, então! A Pretexto é um bom momento pra quem tem interesse em conhecer a produção local e entender um pouco mais de artes visuais. Visitem!


Deixe um comentário

Vale a pena ver: Hysteria

Passe agora no Sesc de Blumenau ou de Itajaí e garanta seu ingresso para o espetáculo Hysteria, da companhioa XIX de Teatro (São Paulo). É de graça e a peça é maravilhosa.

Sábado, 13 de junho, em Blumenau.

Domingo, 14 de junho, em Itajaí.

Alguns trechos do texto que escrevi depois de ver a peça, em 2007:

“A combinação das quatro personagens centrais de Hysteria é magnetismo para as espectadoras. Clara descobre sua sexualidade aos treze anos, M.J. pede mais coito a todas, Hercília lamenta que as mulheres não tenham aproveitado o movimento do 15 de Novembro e Maria Tourinho questiona o casamento. Nini, a inspetora do hospício, tenta corrigir as internas segundo as ordens repassadas pelo Dr. Mendes.

A situação torna-se chocante logo no início, porque a interação com as mulheres e o dedo em riste de Nini as coloca também em condição de loucas, e as piadas com o contraste de costumes das duas épocas doem por trás de nossos risos. Nós sabemos que, daqui a algumas décadas, alguém vai rir da nossa maneira de tratar as mulheres e, o mais forte e inflamável, do comportamento dessas mulheres.

A guerra dos sexos nos priva de muito aprendizado. A nós e a elas. Quero abraçar todas as mulheres neste final de texto, como quis naquele fim de peça. Embora algumas, eu sei, me perguntem Como-se-eu-não-tenho-chance, Como-se-os-homens-não-ouvem, há sempre a maior das expectativas. Se dizem que há sexo por toda parte, é porque ainda não viram que há apenas mulher. O feminino. E, no entanto, as que mais podem mudar o mundo só pensam no pior do masculino, o espectador inato. A platéia da Hysteria.

O mundo precisa das persongens de Hysteria, com gritos cada vez mais fortes, danças cada vez mais saltitantes, gargalhadas. Umas puxando as outras. Mulheres pedindo prazer. A elas seremos eternamente gratos. Amem sem acento, não louvem, lovem! Amém!”


2 Comentários

Extra! Extra! Artistas organizam festival!

Tudo sobre o Nosso Inverno, marco na a arte catarinense, agora na versão release para a imprensa.

Abre aspas!

Coletivo de artistas lança Festival Nosso Inverno

Evento terá música, teatro, literatura e artes visuais no Teatro Carlos Gomes

Um grupo de artistas de Blumenau, com apoio da diretoria do Teatro Carlos Gomes, promoverá um evento com diversas modalidades artísticas e acesso gratuito para o público. Dias 1º e 2 de agosto, a primeira edição do Festival Nosso Inverno tem confirmadas atrações de música, teatro e artes visuais, por 24 horas seguidas, a partir das 16h30 de sábado.

O evento é organizado por um coletivo de artistas que tem lutado por mais oportunidades para mostrar seus trabalhos e encontrou no Teatro Carlos Gomes o grande apoiador para o festival. Nesta quarta-feira, 3, a diretoria confirmou que vai colocar todas as salas e uma equipe técnica à disposição da Comissão Organizadora, sem qualquer custo.

Formam a comissão o artista visual Clóvis Truppel, a musicista Clara Mendes, a diretora e atriz de teatro Rafaela Kinas, a estudante Monalisa Budel e o artista visual Daniel Costadessouza. Com eles, outros 48 voluntários participaram de reuniões na Fundação Cultural de Blumenau, em maio, para pensar o projeto.

Todos os artistas engajados na proposta não receberão cachê para participar do evento. A razão para tantos nomes envolvidos é a necessidade de fortalecer, na região, a proposta de arte contemporânea que tem unido os artistas em apresentações coletivas por bares e espaços públicos da cidade há cerca de dois anos. Agora, com o melhor espaço e no melhor período do calendário, o coletivo se propõe a marcar essa fase de intensa produção e grande interação com o público com um evento emblemático.

Atrações confirmadas:

Música

Ozuê

Capivara Cultura Rítmica

Daian Schmitt & Os Comparsas do Rock

Delones Blues

Pochyua e Cambaçu

Revolver

Alegria do Choro (em parceria com apresentação de dança)

Artes Visuais

Aline Assumpção

Beli Lessa

Bruno Bachmann

Charles Steuck

Clóvis Truppel

Daiana Schvartz

Daniel Costadessouza

Fábio Ricardo

Gláucia Maindra

Ivan Schulze

Nestor Jr.

Teatro

Grupo AmaDores de Teatro

Cia Carona

Grupo K

Grupo Fãs de Teatro

Grupo Elementos em Cena

Grupo Vísceras de Teatro

P.A. Cia de Teatro

SinoS Cia de Teatro

Grupo Ganju

Literatura

Lorreine Beatrice Petters

Jairo Martins

Maria de Lourdes S. Heiden

Fátima Venuttii

Ricardo Brandes

Fabiana Lange

Terezinha Manczak

Paulo Roberto Bornhofen

Luiz Cláudio São Thiago de Melo Altenburg

Cassiane Schmidt

Antonio Hugo Aresse Quintana

Félix Rosumek

Marina Melz

Thiago Floriano

Rodrigo Oliveira

Fábio Ricardo

Fecha aspas!

E viva o diploma de Jornalismo!


1 comentário

Abertura da Clio no Cio

O evento de abertura contou com trabalhos de Bruno Bachmann, Clóvis Truppel, Nestor Jr e, novidade pra mim, as pinturas de marcas de corpos com areia em painel de Elke Littig.

Tive o prazer de participar com as obras da foto aí embaixo (as de papel que começam à direita da foto já são as xexecas do Clóvis). Como o tema é o corpo, pude encaixar uma boa variedade de trabalhos.

Parabéns aos Historianos pela organização! O coletivo contemporâneo blumenauense só cresce!

clio no cio expo 2009

Nosso Inverno

A comissão organizadora está trabalhando silenciosamente, mas o cronograma do evento está saindo e essa semana vamos disparar novidades por aí (e aqui, é claro).

1º e 2 de agosto, no Teatro Carlos Gomes. O projeto destaca a interação entre as artes. Viu nessa foto um guitarrista e um baixista junto com uma exposição? É isso. Já está acontecendo, só será aumentado e concentrado num excelente espaço.

A propósito, o nome do evento ficou mesmo o que aí está e já caiu na boca do povo.


3 Comentários

Todos um

Um grupo torna possível. Sei que estamos juntos há tempos, eu troquei olhares com cada um em cada bar, em cada espetáculo. A gente já se viu uns nos pincéis dos outros.

– Como é teu nome mesmo? “Amigo”? Amigo, concordo contigo, só queria acrescentar:

E a crescer vamos.

Eu fazia, tu fazias, nós sabemos que vai ser pra mais de agosto. Ontem ele falou que vai ser pra além. Ontem se viu que vem de dois, de dez, de quantos tempos forem, hoje – e só o hoje e o pra sempre interessam – estamos numa atmosfera nossa e pronta pra ser de todos.

reunião 18 05 09 alter

Eu sei que os olhares já disseram só eu-já-te-vi. Eu lembro que os primeiros cumprimentos vieram quando percebemos que estávamos sempre nos mesmos lugares e o teu comportamento poderia ser o meu e eu quis ser eu e tu e todos aqueles de sempre pra ser maior. Agora os olhares são maiores. Agora somos um olhar pros outros. Porque qualquer afinidade une, mas a arte traz a essência que deixa todos os humanos a fim. Afinidade entre a gente pela arte e nossa afinidade com a arte vão levar ao fim mais belo. Eles vão olhar pra gente e quando voltarem os olhos uns para os outros já será diferente.

A todos que tornam o sonho possível.


Deixe um comentário

1ª Exposição de Caricaturas

Domingo, às 18h, Nestor Jr. pinta uma Kombi ao vivo, Vanessa Neuber expõe suas arT-shirts, La Belle Excuse e Gaia tocam e eu exponho minhas caricaturas digitais.

Eu sei, não está no cartaz, mas vou participar a convite da Teka.  Encontro marcado no Rancho do Pastel, na rua Floriano Peixoto, antigo É o Bicho.

Nosso Inverno

O nome pegou. Outras sugestões foram interessantes, mas gosto cada vez mais de Nosso Inverno. Principalmente porque deixa bem claro que a arte é fundamental pra todo mundo. Tanto que não precisamos dizer que o evento é artístico ou que é cultural pra saber que é nosso. Se é nosso (meu, seu, de todo mundo), é humano e é artístico.

Os grupos de trabalho levantaram muitas ideias e a comissão organizadora bola o projeto pra apresentar pro Teatro Carlos Gomes. Semana que vem tem reunião do grande grupo (todos os voluntários). O que se percebe é que todo mundo está levando a sério e não vão faltar atrações de qualidade pra preencher o cronograma. Você lembra, será dias 1º e 2 de agosto. Logo eu conto mais por aqui.

Já foi?

Última semana pra conferir os trabalhos atuais de Guido Heuer expostos no saguão da Biblioteca da Furb. Uma estética limpa que reforça a capacidade do artista de produzir obras que caem muito bem em qualquer ambiente a qualquer momento. Fácil de conviver, gostoso de olhar. E vale ainda por dois motivos:  o instigante uso de materiais como o aço e o ferro e a bela curadoria de Nadja Lamas (preste atenção em como está organizado o espaço da exposição).


11 Comentários

Yes, weekend!

Estão todos convocados, prestigiados, agraciados. Dias 1º e 2 de agosto, sábado e domingo, no Teatro Carlos Gomes, o maior evento artístico dos últimos e dos primeiros tempos. Teatro, dança, música, artes visuais, literatura, debates, e o retrato mais expressivo da atual produção artística do Válido Itajaí.

Confirmando o que nos prometeu em abril, a diretoria do Teatro Carlos Gomes mostrou-se inteiramente parceira do evento e cedeu o espaço para o grupo que começou a se formar ontem.

Das 22h às 23h30, no Pequeno Auditório da Fundação Cultural de Blumenau, 30 artistas e entusiastas se uniram para começar a pensar o projeto. Divididos em comissões, os membros do grupo estão agora encarregados de fazer eclodir a mensagem de união pela arte e levantar as necessidades de cada modalidade artística para nos apresentarmos com organização e brilhantismo.

Um blog foi criado com missão de decidir o nome para o evento. O fotógrafo Charles Steuck, ao criá-lo, aproveitou para dar uma boa sugestão batizando o site de “Nosso Inverno”. Pode ser o nome, hein? Ontem também se falou em “Virada Cultural”, a exemplo de um evento de São Paulo – o que suscitou dúvidas por ser pouco “nosso” – e também Blumenauarte, o que provocou reações contrárias – alguns o consideram bairrista.

De qualquer forma, você também está convidado a dar sua parcela de contribuição. Pode ser agora, com o nome, pode ser quando quiser, desde que com boa vontade e amor à arte. E se quiser se inscrever para apresentações, lembre-se: dinheiro na mão não tem, mas vai poder fazer arte naquele inverno gostoso do Carlos Gomes com todos os seres amantes de sempre e mais um pouco.

Barreiras

Acabou a linha pra quem dizia que o Teatro Carlos Gomes nunca nos abriria as portas, ou que é inimigo da arte. Agora restam duas frases asquerosas para ouvirmos até agosto:

– Não há arte de qualidade na região
– Não há público pra arte

Cabum pra essas barreiras! Vamos mostrar a cara! Não pra calar alguém, mas pra que quem anda dizendo isso por aí faça ainda mais barulho, só que falando o contrário.

Artivistas

Teve gente que chegou às 18h30 e participou de toda discussão sobre o Fundo Municipal de Cultura na Fundação. Teve quem chegou às 21h e ficou esperando até as 22h, quando a primeira reunião acabou e a sala foi liberada para nossa conversa. A partir dali, estive até as 23h30 na companhia de 29 cabeças sérias e criativas que planejaram os próximos passos da organização do evento. Muito obrigado a todos. Aplaudamo-los:

Rafael Koehler, Danielle Cristina Grossl, Wald Oliveira, Rafaela Catarina Kinas, Cheila de Oliveira, Jean Richard Reinhold, Clóvis Truppel, Bruno Eduardo Bachmann, Bruna Broering Sari, Marcelo da Luz, Aroldo de Souza Silva, Rodrigo Oliveira, Pablo Lugones, Fátima Venutti, Monalisa Budel, Paulo Sá, Adriana Dellagiustina, Rodrigo Dal Molin, Roberto Murphy, Paulo Eduardo Castellain, Camila Bilek, Marco Antonio de Oliveira, Silvio José da Luz, Bigo (Jonathan Roberto Soflate), Aline Assumpção,
Daiana Schvartz, Charles Steuck, Daidrê Tomas Amorim, Márcio Cubiak.


3 Comentários

Lady Incentivo II

O debate sobre a Lei de Incentivo de Blumenau será amanhã às 18h30, no auditório Carlos Jardim da Fundação Cultural. A conversa serve principalmente como oportunidade de discutir o processo de captação de recursos que será descrito no edital do Fundo. O prefeito prometeu em campanha elevar o fundo pra R$ 900 mil, mas por enquanto manteve os R$ 300 mil do ano passado.

A lei de Itajaí deu mais de R$ 700 mil este ano, com resultado publicado quinta-feira, dia 30. A boa notícia pras artes visuais fica por conta da aprovação do I Salão de Humor de Itajaí, que recebe R$ 10 mil.  A proposta é do cartunista Miro, que nasceu em São Paulo, terra onde os salões congregam artistas do traço há décadas. Que dê bons frutos!

Teatro

Itajaí continua mostrando suas forças nos palcos e teve seis projetos aprovados na lei, com destaque pra continuidade da mostra Itajaí em Cartaz, que segue para a 3ª edição este ano. A cidade é a que tem mais grupos participantes do Festival Catarinense de Teatro (Fecate),  que começa hoje e segue até dia 9 em Joinville. São 4 grupos, contra 3 de Floripa. Blumenau tem um (a Cia Carona, com Volúpia).

Espaços

O Fecate foi pra Joinville depois de cinco anos parado. A última edição foi em 2003 em Criciúma. E se a intenção fosse trazer o evento pro Vale do Itajaí? Que cidade tem mais de uma casa de espetáculos em bom estado? 

Estive na Casa da Cultura de Itajaí quinta-feira. Que lástima ver o espaço em bom estado, porém interditado. Mais uma jogada política, semelhante ao fechamento do Teatro Municipal em 2005. Um acusa o outro de não cuidar do bem público, e o que se vê é uma casa que só nos deixa deprimidos porque não está ocupada. A salvação é o Teatro Municipal. Pelo menos lá tem um. Já em Blumenau, hoje todos se reúnem no auditório Carlos Jardim pra discutir arte no único espaço público para teatro, e se chover teremos que assistir de guarda-chuva.


Deixe um comentário

Adormecida

adormecida-500

Adormecida – acrílico sobre tela – 40 x 60 cm

Gauguin falava que é preciso pintar de memória. Essa obra foi desenvolvida assim, sem referencial fotográfico, em lápis aquarelável, em abril do ano passado. Baseia-se numa imagem que não saía da minha cabeça desde o carnaval daquele ano e que, graças a essa pintura, continua na minha cabeça.

Indo de Itajaí pra Laguna de busão, um grupo de gostosas entra no ônibus em Balneário e segue até a Praia do Rosa. Sentam-se nas duas fileiras à frente da minha. Lá pelas tantas uma delas reclina o banco e dorme, quase no meu colo. E que colo!

Escrevi sobre isso quando postei a imagem em aquarela, no post Adormecida da série As Indecorosas do blog (veja nas categorias). É ela, então, a primeira indecorosa pintada em tela.

Foi um trabalho de dois dias no começo do mês, e o acabamento foi feito ontem à noite. O trabalho valoriza as linhas. Pintar de memória foi a grande sacada pra desenvolver o cenário “tubular” no lugar das linhas retas da imagem real.


3 Comentários

Pelas paredes

inteira-frontal-mais-luz

Esta foi minha primeira experiência em paredes. Um final de semana ao lado de artistas que pintaram, juntos, a Rádio Comunitária Fortaleza Adenílson Telles, em Blumenau. Eu estive lá hoje de manhã pra terminar a minha parte. Muito obrigado a todos que me deram conselhos para a obra e para os que possibilitaram minha participação nesse evento! A experiência foi nova e enriquecedora.

Cada vez mais me convenço que preciso entender melhor as tintas, os pincéis e os suportes. É uma pena que meus grupos de amigos nunca tenham discutido sobre isso.  Só hoje posso dizer que estou mais perto de saber a diferença entre pegar um papel, uma tela ou uma parede pra fazer arte do que a diferença entre pegar um baixo, um violão ou uma guitarra, instrumentos que caíram tão facilmente no gosto popular. E olha que na música eu sou ruim demais! Que bom que existem artistas camaradas em Blumenau pra que eu possa começar a discutir artes visuais.


5 Comentários

Clodovil

clodovil-pb-5004

Aí está uma caricatura desse moço de mais de 70 anos, Clodovil Hernandes, no momento de desgraça, aquela hora em que os jornalistas ficam loucos pra que os médicos digam alguma coisa e quem nunca ouviu falar na figura descobre que ele foi muito importante para o povo brasileiro.

Em estado de saúde lamentável, vendo Papai do Céu de perto, Clodovil torce pra que o organismo, os aparelhos e os médicos se entendam e ele possa voltar a fazer o que mais gosta (seja lá o que for).  A cobertura completa sobre a doença do nosso caricaturado você não precisa procurar. Daqui a pouco ela vai ser jogada no seu ouvido (ou nos olhos) por aí.