
Eternidade esse cabelo nos dedos, teu peso nos ombros assim bom de carregar, teu ir sozinha até ali pertinho e voltar pra mim
Teu sim teu sim teu sim, eu sou.
Tudo meu onde mexeres há de ser ineditável.
Porque deste agora pra escrever-me cartas e contar segredos. Como se eu pudesse guardar pra sempre o que restar depois de ti.
Sou teu.
Porque guardas de mim até o que eu desconheço, pra contar pro meu biógrafo.
Inédita e eterna.
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